terça-feira, 30 de julho de 2013

Fanfic: Black Angel

Notas:
Classificação: +13
Categorias: ArrowOs Vingadores - The AvengersBatman the Dark KnightBatman 
Gêneros: Romance, ação.

Fanfic criada por mim, Karol Novas, Sonhadora.


Capítulo 1
Nostalgia
Pov. Alícia
Não sei por que os homens da noite, os homens que mataram a minha família, costumavam me chamar de Black Angel, mas sei que jamais voltarei a ser aquela Alicia, depois de tudo o que eu fiz, jamais voltarei a ser aquela garota feliz e cheia de vida, que mesmo depois de ter visto os pais serem assassinados era pura de coração.
...]
Passavam das 2h da manha quando cheguei ao lugar onde atualmente eu morava.Que lugar horrível!
Tirei o casaco e o atirei no sofá velho, coloquei minhas chaves na estante e me sentei na beira do sofá, coloquei as mãos na cabeça e fitei o chão.
–Quase! – Murmurei – Quase peguei um daqueles cretinos... Pelo menos ele me deixou uma pista... – Vasculhei o bolso do meu casaco até encontrar o pedaço de metal que eu havia conseguido arrancar de um deles durante a última batalha
Analisei bem aquilo que era feito de um metal forte. Só consegui um pequeno pedaço daquilo que parecia ser um pingente ou um amuleto – que pelo jeito devia funcionar já que o homem só não morreu porque minha pequena flecha foi atirada com muita distância não o acertou, o metal quebrou, mas o infeliz sobreviveu.
Era possível ler “Rogers” gravado em letras minúsculas, “MRogers” na verdade.
Senti meus olhos pesarem, encostei minha cabeça no sofá e coloquei meus pés em cima da pequena mesa de centro e adormeci ali mesmo.
Acordei atrasada para o trabalho, eu precisava me sustentar de algum jeito, trabalhava na lanchonete dos meus... “tios”. Eles me encontraram na noite em que perdi meus pais, Dona Martha e Senhor Theodore Lane. Eles me trataram como filha. Eles tinham uma pequena lanchonete a poucas quadras da minha “casa”.
Entrei no banheiro arrancando minhas roupas pretas e coladas e saí do banheiro com os cabelos presos em um rabo de cavalo baixo, com o vestido vermelho xadrez, o avental branco e as sapatilhas brancas.
Joguei meu casaco e a minha arma mais usada no quarto que eu não havia usado e depois passei pela porta trancando-a.
Cheguei à lanchonete e fui para a parte de trás do balcão. Dona Martha e Theodore não estavam por perto, além de Lucy, filha mais nova dos Lane, não havia mais de quatro fregueses ocupando mesas.
–Obrigada Lucy, te devo uma. – Forcei um sorriso
–Me deve outra. – Ela revirou os olhos e entrou na cozinha
–Parece que alguém precisa de um despertador novo. – Theodore saiu da cozinha
–Bom dia Théo. – Eu já havia sido proibida de chamá-lo de senhor – Me desculpe pelo atraso... De novo.
–Está tudo bem, Alicia. Dormiu muito ou pouco?
–Muito... Dormi de mais...
–Bem, mas o seu síndico me disse que procurou por você e que não viu você chegar.
–Como eu disse Théo, dormi muito cedo... O que ele queria com o senhor?
–Isso não importa. – Ele sorriu
–Era o aluguel, não era?
–Eu já acertei tudo com ele, Alicia. Não se preocupe.
–Eu prometo que vou pagar!
Horas se arrastaram até às 18h quando eu fechei a lanchonete, não posso negar que estava ansiosa para voltar para casa e assim investigar mais sobre o amuleto.
Coloquei de novo as roupas de couro pretas e apertadas, coloquei as botas e o sobretudo fechado com um cinto largo. Prendi minha arma em um cinto preso a minha perna, não seria necessário, mas aprendi a nunca sair de casa sem estar preparada. Guardei o pedaço de amuleto no bolso esquerdo do casaco. Abri a janela e passei por ela ficando em pé naquele pedacinho de concreto, subi pelas janelas até chegar no último andar, agora eu estava na cobertura. A lua estava cheia e enorme.
Eu precisaria usar os computadores da faculdade onde um dos filhos dos Lane estudava e eu havia visitado – como aluna – há muito tempo.
Eu conhecia muito bem o caminho, fui andando – na verdade pulando, muros, escadas, janelas, sempre em cima dos prédios – sem pressa. Foi fácil entrar no cyber café da faculdade, liguei um computador e usando as senhas e dados que eu usava para hackear, entrei direto na lista dos procurados da polícia, não havia muitos homens que usavam o nome MRogers, mas nenhum deles se encaixava com o homem que eu encontrei na noite passada.
Percebi que não conseguiria nada naquela noite, desliguei o computador e andei até a janela aberta. Observei bem o lugar e resolvi andar um pouco pela minha antiga faculdade. Já era mais de 1h da manha, eu não encontraria ninguém, era seguro para dar uma volta.
Andei sem pressa sentindo uma nostalgia estranha. Parei em frente à piscina.
Ter optado pelo curso por correspondência me dava liberdade para as minhas... Atividades extracurriculares. Eu não precisava dar satisfações a ninguém, por outro lado, eu não tinha amigos.
Voltei para casa pensando na vida que deixei para trás, de qualquer forma, esse assunto não estava aberto para debates internos.
Quando cheguei, entrei pela janela da minha própria casa. Depois de um banho longo, tranquei minhas roupas no armário junto com minhas armas e equipamentos, depois dormi.
...]
–Que milagre! – Exclamou Lucy ao me ver entrar na lanchonete pela manha – Dona Alicia chegando na hora!
–Bom dia Lucy. – Sorri forçadamente
–Não torra a paciência Lucy. – Falou Susana, filha mais velha dos Lane – Como é bom ver você, Alicia! – Ela correu para me abraçar
–Que surpresa, Suzi! Quando chegou de viagem?
–Ontem à noite. Não quis incomodar.
A lanchonete estava sem freguês algum, Lucy, Susana e eu ocupávamos uma mesa quando Mike, filho do meio dos Lane entrou pela porta da frente.
–Bom dia, maninhas. Bom dia, gata... – Mike correu e me roubou um beijo na bochecha
–Mike... – Eu podia começar um discurso, mas desisti, ele foi direto para a cozinha.
Logo o dia passou. Susana não voltaria tão cedo à Europa então tínhamos tempo para conversar bastante, Lucy continuou pegando no pé e não vi Mike o resto do dia.
Quando o último freguês saiu, Susana voltou saltitando acompanhada por Mike. Martha e Theodore também saíram da cozinha.
–Festinha! – Berrou Mike
–Hoje vai rolar a maior festa na em todo campus, uma festa aberta e é claro que vocês vão, né? – Perguntou Susana direcionando-se a Lucy e eu.
–Estou dento. – Falou Lucy tirando o avental
–Hoje? Ér... Me desculpem... – Falei baixo
–Aaah, qual é, gatinha? Você nunca se diverte? – Mike bateu o pé
–Desculpa, eu ainda preciso... Estudar.
–Fala sério, Alicia! Todo mundo sabe que você é um gênio, nunca precisa estudar para nada! – Protestou Suzi
–Alicia, é sexta-feira, você nunca sai não se diverte, não tem amigos... – Dona Martha me fez olhar para ela
–Encare isso como um favor para o seu velho tio de criação? – Pediu Theodore, eu não tinha como negar.
–Tudo bem, eu vou. – Mike e Suzi comemoraram
–Então vá se arrumar nos vemos às 22h. – Suzi finalizou e saiu
...]
Notas: Façam uma escritora feliz e comentem *u*

Fanfic: Black Angel - Sinopse e Personagens

Sinopse:
Meu nome é Alícia Amell, quando eu tinha apenas quatro anos, meus pais foram assassinados brutalmente na minha frente. Sobrevivi apenas por 'eles' não saberem da minha existência. Agora, eu uso o nome Black Angel para... Exterminar os Homens da Noite, bandidos que aterrorizam a cidade em segredo. Não faço nada mais do que a minha obrigação, talvez seja justiça, talvez seja vingança, não importa o nome, o quer que seja me faz bem e eu não vou parar.

Personagens:

Nick Fury:



Natasha:


Clint Barton/Gavião Arqueiro:



Dick Grayson:




sábado, 20 de julho de 2013

Dizer Adeus à um Urso de Pelúcia

Você estava com uma camisa preta e fones de ouvido brancos. Você era o mais bonito da festa e eu tentei não olhar. Você não me agradeceu quando pediu que eu segurasse o seu celular e sei que percebeu quando te olhei na quadra de vôlei.
No fim de tudo, você finalmente falou comigo. E gaguejou. Eu tinha um sorvete de uva e estava sozinha no balanço colorido. Você disse que esperava me ver de novo. Repassando a cena em minha mente, parece um filme. Mas não pode ser um, porque filmes adolescentes sempre têm um final feliz.
Não quero acreditar que você me tratou como mais uma, mas a verdade é essa e está explícita para todos que querem ver. Agora você é só mais uma cicatriz. Mais uma cicatriz em mim.
Você ditava as minhas qualidades todos os dias. Falava o que eu queria ouvir, fazia com que eu me sentisse bem. Mas agora eu acho que tudo fazia parte do seu jogo. Me fazer sorrir para depois me fazer chorar. Porque eu fui tão substituível para você.
Porque você me fazia sentir assim. Idiota. Me fazia querer esquecer dos meus problemas e querer ser só mais uma adolescente ridícula com "problemas" patéticos. Mas eu nunca poderia ser assim, seria fácil de mais.
Eu me protegi tanto contra você. Me escondi, menti, ignorei, reforcei as minhas barreiras. Mas quando você as ultrapassou, destruiu cada parte de mim. Me estragou.
Um dia você me perguntou se eu acreditava no amor. Eu disse que não. E você disse que me faria acreditar, me provaria que era real. Você me disse coisas lindas. Mentiras lindas. Você disse que com você seria diferente. Disse que me amava. Disse que seria para sempre.

Você me fez chorar, por isso acho que tenho todo direito de xingar você.

E talvez eu ainda seja idiota o suficiente para chorar por você, porque não consigo deletar você da minha mente com a facilidade que deletei o seu número do meu celular. Talvez eu faça isso porque sinto a sua falta. E ninguém sabe o quanto.
E aí você disse adeus e essa foi a única coisa verdadeira que saiu da sua boca. Você se foi se tornando mais um motivo para eu não acreditar no amor.


segunda-feira, 10 de junho de 2013

De uma Sonhadora, para um Anjo .

Talvez eu tenha começado a entender que não posso entender nada. Porque isso ainda está fora do meu alcance. Eu sei que existe algo maior, algo que cuida de tudo e que eu jamais poderei entender. E antes de ter essas respostas, dúvidas cruéis, inseguranças e pensamentos tolos me enchiam. E isso causou uma dor intensa em mim por anos, e talvez, e só talvez eu esteja aprendendo a lidar com ela.
Eu pensava que a dor que eu sentia era a prova de que tudo o que existiu era real e que essa dor era o maior sentimento que eu conhecia. Agora eu sei que não. A dor diminuiu em meu peito deixando apenas um sufocante e imenso buraco que às vezes dificulta a minha respiração. Tudo virou saudade. A mesma saudade que eu ignorei no começo e que agora está presente em tudo o que os meus olhos alcançam. Uma saudade impossível de ser controlada. Isso é outra de todas as outras coisas que estão fora do meu alcance.
Eu não entendi, mas talvez eu tenha aceitado. Talvez eu ainda fique revoltada e renegue todas essas palavras, ou então eu fique pior do que antes, mas agora eu resolvi enxergar o caminho que há tanto tempo brilha à minha frente. Isso não significa que vou deixar de chorar ou sofrer. Eu só não vou mais sofrer pela dor de vê-la sendo arrancada por mãos maiores que as minhas sem direito a uma mínima despedida. Vou chorar e vou sofrer apenas pela saudade que me invade sempre que tem chance. Mas vou tentar amortecer o meu coração com a certeza de que a verei de novo. E isso é tudo o que eu preciso para continuar.

Canto quando sinto a sua falta, rezo pelo bem da tua alma. Eu só queria que você vivesse mais! A vida te levou, e me deixou aqui e o que você me ensinou é o que me faz feliz.
Que Deus te dê um bom lugar, e guarde uma pra mim. E quando for a minha vez, te encontro por aí.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Ajuda!

Tudo o que eu sei é que estou perdida. Não sei o por quê, não sei onde, não sei nada.
Os gritos continuam em minha mente. Minha cabeça gira e eu me sinto tão cansada. Abracei minhas pernas contra o peito me transformando em uma bola. Eu só não quero ouvir. Fechei os olhos lutando contra as lágrimas.
Por que "pedir ajuda" soa tão ofensivo?
Eu sei que posso aguentar mais do que isso, eu devia conseguir!. Mas estou tão exausta. Voltar para casa é uma constante tortura psicológica.
Eu já ouvi diversos conselhos que me orientaram a pedir ajuda. Não é um crime, é? Não tenho a quem recorrer. Me sinto tão estúpida e fraca. Fraca. Me sinto fraca em pensar nessas possibilidades. Eu devia ser mais forte e segurar a barra. Nunca me senti tão fraca.
Eu tenho amigos suficientes para desabafar por uma vida inteira, mas isso não é mais o suficiente. Chorar no colo de uma amiga tira uma tonelada dos meus ombros, mas eu preciso de uma solução. Preciso de alguém que me mostre a direção. Psicólogo, psiquiatra, dane-se o nome, só preciso disso.
Há duas vozes em minha mente. Uma diz o quão estúpido isso é, como é ridículo ser tão vulnerável assim. E a outra apoia todos esses pensamentos insanos e quase impossíveis.
Como se só houvessem duas vozes'



"Eu sou

Um pouco de solidão
Um pouco de negligência
Um punhado de reclamações
Mas eu não posso evitar o fato
De que todos podem ver essas cicatrizes
...
Eu não posso sentir como sentia antes
[...] O tempo não vai mais curar essa ferida
Não vire suas costas para mim
Eu não serei ignorado
Não, me escute agora
Você terá que me ouvir agora
Goste disso ou não, agora mesmo..."
Linkin Park - Faint

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Carta para um Anjo

A saudade quase me sufocou, mas não posso me permitir sufocar. Ainda não.


Princesa Alada,
Mamãe, Gabi e seu papai estão bem, o melhor que se pode estar de "bem". Algumas coisas mudaram, outras são as mesmas. E eu... É estúpido de mais tentar mentir para um anjo, mas você sabe como eu estou, você sabe o que eu sinto e sabe o que eu passo.
Eu sinto tanto a sua falta quanto se é possível sentir falta de alguém. Eu sinto falta de acordar cedo, do suco de mamão, do seu sorriso e do seu olhar de anjo. Sinto falta de deixar você deitada em meu peito. Todos os dias eu saia de casa e dava "tchau" para você e eu dizia que faria isso até você me responder. Eu sinto falta daquilo que não aconteceu. Nós tínhamos tantos planos. Eu esperava o dia de levar você à escola, o dia de levar você ao shopping. Esperava pela sua primeira briga com a amiga e pelo dia de levar você para tomar sorvete.
Eu sinto falta do seu choro e da sua risada alegre.
E eu não consigo ver você. Mamãe diz que vê você em sonhos, mas eu não consigo...
Às vezes lembranças me atormentam, me assustam e me trazem pesadelos. Aquelas lembranças. Aquelas que eu não esqueço.
Às vezes eu caio. Perco as forças para ficar em pé e só sei chorar, depois, brigo comigo por isso. Ainda não posso me dar o luxo de sofrer. Não assim, exteriormente.
Faço o que posso para deixar o vento levar esses pensamentos.
Eu não sei como isso é possível. Quero dizer, nunca imaginei tamanha ferida.
Eu prometi que seria forte. Forte. Eu não sei mais até quando.
A saudade me sufoca. Esse sentimento pode ser tão cruel. Eu não estava preparada para senti-lo assim.
Dói muito admitir que eu esqueço tudo o que passamos. Dos seis meses que você viveu, apenas restaram flashs. Flashs rápidos que me surpreendem e me derrubam de repente.
Eu não sei no que devo acreditar. Eu não sei quando essa dor vai passar e não sei quando a verei de novo.
Eu daria tudo para que você estivesse aqui. Eu queria tanto que você estivesse aqui.
Mas isso vai passar. Esse momento que eu pareço fraca e esse outro em que eu choro. Vai passar. Eu ainda não tenho permissão para cair, não enquanto tiver que ser forte. São momentos de fraqueza que me fazem chorar, mas "eu estou bem" e vou continuar "bem" enquanto for necessário.
Enquanto isso, o que posso dizer é sinto sua falta, Raio de Sol.

"Aonde está você agora
Além de aqui, dentro de mim...
Agimos certo sem querer
Foi só o tempo que errou
Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo o tempo todo
E quando eu vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem..."
Vento no Litoral - Renato Russo

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Seguir a Perfeição...

Eu sou uma péssima filha, uma péssima irmã, uma péssima pessoa... Sou mais uma adolescentezinha revoltada e sem motivo... Não é isso o que vocês dizem? Não é assim que me vêem?
Porque eu não posso ter problemas, eu não posso me preocupar comigo mesma nem mesmo uma vez, eu não posso reclamar e nem sofrer. Só os problemas de vocês importam, não é? A dor de vocês é maior que a minha. Me sinto sufocada!
Pois então me desculpem! Peço desculpas por não ser uma boa amiga que está disposta a resolver os problemas de vocês antes dos meus, por não estar disposta a ouvir as queixas de vocês... Mesmo que eu coloque a vida de vocês à cima da minha, não é o suficiente, não é?
Desculpa por não ser uma boa filha por estar estressada às vezes...
Desculpe mais uma vez por ter problemas... Ah, por que eu teria problemas? Já que os meus "problemas" são extremamente ridículos e insignificantes perto dos problemas de vocês que vão à cima de tudo.
Talvez um dia eu alcance a perfeição que vocês tanto querem de mim. Talvez eu pare de pensar e deixe vocês me moldarem como querem ou consiga sorrir sempre, como eu não consigo mais...
Ou talvez eu canse disso! Talvez eu decida o que quero. Quando eu digo que não há mais tempo, quero dizer que já decidi, que nada mais pode mudar a minha opinião. E que eu não vou mais me limitar a seguir a perfeição.
Sinto muito por não agir conforme o plano de vocês. Vou apenas cumprir a minha promessa, enquanto luto para a cumprir, continuarei seguido a perfeição e continuarei me esforçando ao máximo para não desapontá-los, porque vocês ainda precisam de mim, e depois que eu o fizer, me sentirei livre para agir conforme os meus planos.

"... Porque nós perdemos tudo
E nada dura para sempre
Sinto muito
Eu não posso ser perfeito
Agora é tarde de mais
Eu não posso voltar atrás
Sinto muito
Eu não posso ser perfeito..."
Simple Plan - Perfect